Em pronunciamento histórico nesta quinta-feira (26) na Câmara Municipal de Macapá, o prefeito interino – ex-presidente da Casa e atual gestor por determinação judicial – defendeu com veemência a aprovação unânime de um projeto de lei (PL) que prevê reajuste salarial de até 15% para servidores públicos municipais, com foco especial nos professores. Assumindo o cargo após a renúncia do ex-prefeito Antônio Furlan em 5 de março, ele reforçou sua legitimidade: “Não disputei eleição para ser prefeito, não sou usurpador do cargo. Estou aqui com a missão de organizar, garantir e melhorar nos próximos dois meses.”

Valorização dos Servidores como Prioridade
Com tom conciliador, o prefeito destacou sua trajetória como vereador de oposição, sempre aprovando projetos sindicais em tempo recorde: “Tratamos com seriedade e velocidade máxima, independentemente de base ou oposição. Analisando as contas do município, é possível esse aumento de 15%. Peço a mesma cordialidade que sempre demos à categoria.” Ele criticou ataques nas redes sociais, acusando-o de “quebrar a máquina pública”, e desafiou opositores: “Se acham que vou errar, votem a favor! Deem-me a chance de provar que pago – e esperem dar errado antes de julgar.”
Chamado à União Bipartidária
Referindo-se a colegas como Caetano Bente, amigo de adolescência, e Alexandre Azevedo, “emissário de boas novas”, o PrefeitoO discurso transforma debate em oportunidade coletiva, priorizando quem constrói a capital amapaense. A aprovação unânime pode marcar um legado de valorização e responsabilidade fiscal, unindo vereadores em prol dos servidores. enfatizou respeito mútuo: “Vim à Câmara para sair com o PL aprovado, sem que servidores protestem na praça. Defendo PCCR para educadores e aumento linear para todos.” Projetando estabilidade até 4 de maio, conforme decisão judicial, ele propôs: “Bora fazer um teste em abril? Votem pela categoria, como sempre fizemos.” Ao final, pediu silêncio e fim de desrespeitos no plenário, mantendo coerência: “Nunca apoiei achincalhar ninguém.”