Não bastasse ser visto como um inimigo da juventude, querendo que os jovens fiquem alienados ao “rock doido” e distantes de espaços de cultura e educação, o ex-prefeito afastado agora mostra sua verdadeira face ao pedir, por pura birra política, a suspensão do programa “Olhar para o Futuro” — uma iniciativa que levava atendimento médico e doação de óculos para a população que mais precisa.
Enquanto deveria estar preocupado em somar esforços para melhorar a vida das pessoas, Furlan prefere gastar energia tentando derrubar um programa que ajuda quem não tem acesso fácil à saúde. Isso não é birra, isso é desprezo pelo próximo.
Mas, no fundo, o que se pode esperar de um médico que, à frente da gestão, deixou um rombo gigantesco na saúde da prefeitura? Alguém que não conseguiu cuidar da própria pasta enquanto estava no comando, agora quer impedir que outros façam o trabalho que ele não fez.
Primeiro foi contra os jovens. Agora é contra quem precisa de óculos e atendimento médico. Fica a pergunta: até onde vai a birra ou desespero, e quem serão as próximas vítimas dessa perseguição política?