Os dados levantados confirmam que a crise atual na Prefeitura de Macapá não é fruto de incompetência a curto prazo, mas uma bomba-relógio fiscal e administrativa deixada pela gestão do Ex-Prefeito Afastado pelo STF Dr. Furlan:
- Rombo Financeiro: A dívida patronal ultrapassa R$ 80 milhões. A gestão anterior esvaziou os cofres ao contrair um empréstimo de R$ 200 milhões em 2025.
- Crise Trabalhista: Mais de 600 trabalhadores terceirizados (incluindo vigilantes) acumulam até 14 meses de salários atrasados.
- Reconhecimento Jurídico: A criação do “Gabinete de Emergência” por DaLua foi validada pela Justiça, o que atesta a gravidade do cenário herdado.
Apesar desses fatos, a milícia digital, organizada por apoiadores do ex-Prefeito, tenta emplacar a narrativa de que “Macapá parou nos últimos 53 dias”, explorando a dor imediata da população com a zeladoria urbana.

A Guerra de Informação e a “Milícia Digital”
O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu a inelegibilidade de Furlan e seu vice por 8 anos, baseando-se no uso de um esquema midiático milionário. Esta “milícia digital” opera com três objetivos claros:
Apagar da memória pública o afastamento de Furlan pelo STF por desvio de emendas parlamentares na saúde.
Atacar a gestão DaLua e o governo estadual.
Abafar o avanço das investigações da Polícia Federal.
A defesa de Furlan adota uma tática de espelhamento, ou seja, acusando o governo estadual de fazer o que na verdade eles fazem, financiar os ataques, tentando transformar o réu em vítima de perseguição política.