Se a política amapaense fosse um teste de física sobre dinâmica e tração, teríamos nas urnas o estudo de dois corpos em situações diametralmente opostas: de um lado, a força motriz que move o estado; do outro, a inércia em forma de mandato. Tentar comparar a trajetória da deputada e presidente da ALAP, Alliny Serrão, com a “carreira” do senador Lucas Barreto é o equivalente a colocar um motor turbo V8 para apostar corrida contra um vagão que depende exclusivamente de reboque. Simplesmente não há comparação.
Para início de conversa, precisamos analisar a especialidade do nosso querido “Encostado”. Lucas Barreto elevou a dependência institucional a um nível de pós-graduação. Sozinho, ele não tem tração política para engrenar nem campanha para síndico. Sua vida pública se resume a achar o casco do barco mais forte do momento e ficar pendurado nele. Já foi o feroz opositor de Waldez Góes que correu para o abraço do mesmo Waldez assim que o calo apertou. Já foi o libertário de centro que virou vice-líder de Bolsonaro para ter foto no Congresso. E, claro, a sua mais nova paixão: ser o papagaio de pirata do prefeito Dr. Furlan, cortando fita de obra alheia e sorrindo como se tivesse sido o inventor do asfalto. Lucas não caminha; ele é transportado. Se realmente fosse bom, estaria liderando as pesquisas com Rayssa, Ex-primeira dama a qual ele costuma representar nas entrevistas e debates, já que ela foge de qualquer confronto.
Acontece que o Amapá cansou de bancar o combustível do reboque. E é aí que surge a verdadeira força política das urnas: a candidata ao Senado Alliny Serrão.
Enquanto Lucas Barreto gasta o mandato procurando um novo ombro para apoiar a cabeça cansada, Alliny construiu sua história no braço. Foi a deputada estadual mais votada do Amapá, quebrou estruturas históricas para se tornar a primeira mulher a presidir a Assembleia Legislativa do Amapá (ALAP) e provou que gestão de verdade se faz com presença, lealdade e trabalho de ponta a ponta — do Vale do Jari às comissões mais importantes do estado. Enquanto o “Encostado” patina tentando pegar carona na popularidade do Furlan para ver se engrena, Alliny arrasta multidões por onde passa, mostrando o peso de quem tem motor próprio e compromisso de verdade com o povo amapaense.

A escolha eleitoral aqui deixa de ser uma questão de preferência e vira uma questão de lógica elementar: você quer enviar para Brasília alguém que trabalha, lidera e entrega resultados, ou quer pagar a passagem de um passageiro profissional que vai usar a cadeira do Senado apenas como banco de descanso?
Chega de dar carona para quem não quer remar. O Amapá precisa de tração, de garra e de representatividade real de quem sabe trabalhar. Por essas e outras, não há dúvidas nem comparação: na hora de decidir o futuro do nosso estado…
PARA TIRAR O ENCOSTADO, VOTE ALLINY 444!