Os números impressionam à primeira vista — mas pesquisa eleitoral mede o hoje, não o amanhã. E o hoje de Furlan (pré- candidato ao governo) está cheio de inquéritos, operações da Polícia Federal e uma renúncia forçada.
A Operação Palanque Digital, deflagrada em maio de 2026, revelou que parte da popularidade de Furlan foi comprada com dinheiro público desviado — mais de R$ 25 milhões da Prefeitura de Macapá usados para financiar uma milícia digital, com deepfakes, vídeos manipulados e ataques coordenados contra adversários. Ou seja: a pesquisa que coloca Furlan na frente pode estar, em parte, medindo o resultado de uma campanha ilegal financiada com o dinheiro do contribuinte amapaense.
Isso não é especulação. É o que a PF encontrou com 35 mandados de busca e apreensão cumpridos em três estados.
Candidatos sob investigação criminal já lideraram pesquisas no Brasil — e perderam. Pesquisa mede intenção, não integridade. E a campanha de 2026 ainda está no começo. Cada desdobramento judicial que vier daqui até outubro vai pesar na urna de um eleitor que ainda não decidiu.
“Nova política”? Não há nada de novo em Furlan
Furlan se vende como renovação. Mas quem conhece o Amapá sabe: esse roteiro já foi visto antes.
Furlan foi líder do governo Waldez Góes na Assembleia Legislativa — o operador parlamentar da estrutura que ele hoje chama de “velha política”. Não estava à margem do sistema. Estava no seu centro, viabilizando votações, articulando pautas, servindo ao governo que agora diz repudiar.
E durante esse mesmo período, segundo denúncias que o Tribunal Eleitoral não chegou a julgar por vícios processuais, sua esposa teria recebido contratos milionários do governo Waldez. Isso tem nome: clientelismo. Exatamente o que ele promete acabar.
Furlan não é nova política. É a velha política com filtro no Instagram.
A Operação Paroxismo reforça essa leitura: a PF investigou um esquema de fraude em licitação de R$ 70 milhões na Secretaria de Saúde de Macapá, com indícios de que parte do dinheiro circulou em veículos de Furlan e chegou a contas ligadas à sua ex-esposa e atual companheira. Isso não é gestão. É o mesmo sistema de sempre — só com outro nome na fachada.
E o desfecho do mandato de Furlan diz tudo: afastado pelo STF, renunciou à prefeitura para tentar fugir pela porta da campanha. Saiu pela porta dos fundos para tentar entrar pela porta da frente do Palácio do Setentrião.
O Amapá com Clécio? Ou atrasso é mais uma tentativa de maquiar o “ERRADO”?
Enquanto Furlan acumula inquéritos, Clécio acumula resultados vissíveis aos olhos de pessoas inteligentes.
Não são promessas. São fatos documentados:
🏥 472 novos leitos de UTI adulto e neonatal. Mais de 7.600 cirurgias realizadas pelo programa Zera Fila desde 2023.
📉 Maior queda de crimes violentos do Brasil em 2024 — 34,2% de redução, segundo o Ministério da Justiça.
💼 Menor desemprego da história do Amapá: 6,9% no 2º trimestre de 2025, com liderança nacional na geração de empregos formais.
💰 R$ 5,7 bilhões em saúde, R$ 5,6 bilhões em educação, R$ 1,5 bilhão em infraestrutura entre 2023 e 2025.
🏅 Selo Diamante de Transparência Pública — reconhecimento externo, concedido por Tribunais de Contas, não autoproclamado.
Votar em Clécio é votar em quem já provou que sabe governar. Não é voto de fé — é voto de evidência.
E como fechar as portas para facções no Amapá?
Este é o ponto mais urgente desta eleição.

Um governador investigado por organização criminosa — como consta formalmente na Operação Palanque Digital — enfraquece estruturalmente o estado. Facções criminosas não precisam de aliados explícitos: precisam de governos moralmente fragilizados, sem autoridade para enfrentá-las.
O atual governo de Clécio, reduziu em 34% os crimes violentos no Amapá e investiu R$ 200 milhões em segurança pública entre 2023 e 2025. Isso é um estado que está, visivelmente, resistindo ao avanço do crime organizado.
Se entregássemos esse estado a um candidato que responde por organização criminosa, milícia digital e desvio de recursos é, na prática, abrir espaço para que as facções avancem onde o governo recuou moralmente.
Concordamos então que:
Votar em Clécio é votar contra as facções. Votar em Furlan é arriscar entregar o Amapá a elas.
A escolha real de 2026
Pesquisa não governa. Pesquisa não constrói hospital. Pesquisa não reduz homicídio. Quem governa, governa.
E o Amapá de 2026 tem diante de si uma escolha clara:
Continuar crescendo com quem já provou que entrega com responsabilidade — ou arriscar tudo com quem cresceu nas pesquisas usando dinheiro público desviado e investindo em facções e milícias digitais.
Votar em Clécio é votar em transparência real, em crescimento documentado, em segurança pública fortalecida — e em enterrar de vez a possibilidade de facções dominarem o Amapá.
O estado que dobrou sua capacidade hospitalar e sabe quem pode triplicar este dado depois de anos sem aumentar nenhum leito, liderou a geração de empregos no Brasil e registrou a maior queda de crimes violentos do país não pode ser entregue a quem renunciou sob afastamento judicial.
A eleição de 2026 no Amapá não é disputa entre dois nomes. É disputa entre dois projetos — um deles cercado de escândalos e inqueritos, além de visitar da Polícia Federal o outro garante antes de tudo a integridade pública.
Ai, você escolhe!
O voto é secreto!