Depois de 4 mandatos consecutivos como deputado federal, o que Vinícius Gurgel deixou de legado concreto para o povo amapaense? Nenhuma grande obra, nenhuma política pública transformadora — mas um currículo extenso de escândalos, investigações e manobras políticas:
Suspeito de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no desvio de recursos da BR-156 (Operação Pedágio/Pedágio 2 — alvo de busca e apreensão na própria casa, autorizada pelo STF) “Campeão do Cotão”: R$ 190 mil gastos com aluguel de carros e barcos usando dinheiro público Investigado por falsificação de assinatura para beneficiar Eduardo Cunha no Conselho de Ética Processado por gastos irregulares e captação ilícita de votos em campanha
E agora, o golpe de mestre: colocar a própria esposa como vice

Vinícius Gurgel usou sua força política no PL para indicar a própria esposa, Luciana Gurgel, como vice na chapa de Dr. Furlan ao governo do estado já sabendo que ele vai ser caçado.
E o pior: a chapa que ela integra já nasce sob suspeita
O candidato a governador, Dr. Furlan, foi afastado da Prefeitura de Macapá por ordem do STF, é investigado na Operação Paroxismo por suposto desvio de R$ 25 milhões — parte do valor supostamente usado para financiar uma milícia digital — e ainda teve sua candidatura questionada pelo Ministério Público Eleitoral.

Ou seja: se Furlan cassado ou inelegível, quem assume o governo do Amapá é Luciana Gurgel.
Uma mulher sem experiência de gestão executiva, colocada na linha de sucessão do Palácio do Setentrião
O currículo de Luciana como gestora se resume a:
- Ter sido indicada pelo próprio marido para a Secretaria de Assistência Social de Macapá — pasta com um dos maiores orçamentos da prefeitura — sem histórico técnico na área
- Ser conhecida nas redes sociais como influenciadora digital, divulgando marcas de luxo e viagens
- Nunca ter comandado, de fato, nenhuma gestão executiva de grande porte
Isso não é competência. Isso é um plano de continuidade familiar e incompetência no poder.
Luciana Gurgel (esposa, ex-deputada estadual PL, atual secretária municipal)

1. Nomeação para Secretaria de Assistência Social de Macapá (2025) — questionada
- Indicada pelo próprio marido, aliado político do prefeito Dr. Furlan (MDB).
- Crítica recorrente: assumiu um dos maiores orçamentos da prefeitura sem histórico técnico na área, sendo descrita como “influenciadora digital” que divulgava marcas de luxo.
- Substituiu um secretário que saiu após denúncia de violência doméstica — trocou uma polêmica por outra.
- Reações públicas apontaram nepotismo/”conchavo” e concentração de poder do casal no Amapá.
2. Ligação com escândalo na MacapaPrev (2026)
- Contrato de R$ 1,7 milhão/ano sem licitação, com suspeita de nepotismo (proprietário da empresa contratada era primo da ex-presidente da autarquia) — envolvendo a mesma gestão municipal em que Luciana atua, embora não haja até agora ligação direta comprovada dela pessoalmente com esse contrato específico.

O Amapá não é herança de família
O padrão é claro: mãe deputada estadual, filho deputado federal, esposa vice-governadora — todos investigados, todos com processos, todos girando em torno dos mesmos cofres públicos.
Se essa engrenagem se completar, e Luciana Gurgel assumir o governo do estado por força de uma cassação ou inelegibilidade de Furlan, o Amapá estará literalmente nas mãos de quem nunca administrou nada além da própria imagem nas redes sociais — enquanto o marido responde a inquérito no STF.
O Amapá não pode ser reduzido a plano de sucessão de família.
Informe-se. Compartilhe. Fiscalize. O voto é a última barreira contra esse retrocesso.