Entenda, de forma simples, o medo que a união entre o “Prefeitinho da Lua” e o governador Clécio provoca nos aliados do ex-prefeito afastado
Por Redação | Macapá (AP) — Setembro de 2026
Se você abre as redes sociais em Macapá, é quase certo que vai encontrar, todos os dias, uma enxurrada de publicações atacando o prefeito Pedro DaLua e o governador Clécio Luís. Os ataques vêm de perfis semelhantes, com textos parecidos, sempre no mesmo horário, sempre com o mesmo tom de ódio. Não é coincidência. É método.
E tem um motivo muito claro para isso: a união dos dois é a maior ameaça que o grupo político do ex-prefeito Dr. Furlan e da pré-candidata Rayssa já enfrentou.
Vamos entender, passo a passo, o que está acontecendo nos bastidores dessa guerra digital — e por que ela diz tanto sobre o medo de quem ataca.
O que é a “milícia digital” de Furlan?
Quando Pedro DaLua assumiu a Prefeitura de Macapá, em 4 de março de 2026, uma das primeiras coisas que encontrou foi o que ele mesmo chamou de “gabinete do ódio”.
Trata-se de uma estrutura montada com recursos públicos para pagar blogs, perfis e influenciadores digitais com uma única missão: atacar adversários políticos e defender a imagem de Furlan e seus aliados.
Foi assim durante anos. Enquanto a periferia de Macapá vivia no abandono, com lixo acumulando em 18 bairros, medicamentos faltando nos postos e obras paralisadas, uma parte do dinheiro que deveria ir para o povo servia para financiar uma máquina de propaganda e difamação nas redes sociais.
Agora, com DaLua no poder, essa máquina não parou. Ela apenas mudou de alvo.
Por que atacam DaLua e Clécio todos os dias?
A resposta é simples: porque os dois estão fazendo o que ninguém antes teve coragem de fazer.
Contra DaLua:
- Ele suspendeu os pagamentos da prefeitura até entender para onde o dinheiro estava indo.
- Ele denunciou Furlan, Mário Neto e ex-gestores à Polícia Federal, ao TCU e ao MPF, após uma auditoria revelar que R$ 329,6 milhões em contribuições previdenciárias simplesmente sumiram da MacapaPrev.
- Ele quitou as dívidas com empresas de limpeza e colocou novos caminhões nas ruas.
- Ele deu reajuste de 12% aos servidores e de 15% aos professores.
- Ele está reorganizando a prefeitura e mostrando, com números, tudo o que encontrou de errado.
Ou seja: DaLua é a prova viva de que a gestão anterior foi um desastre. E a milícia digital precisa atacar ele todos os dias para tentar esconder isso.
Clécio?
- O governador tem 91,1% das metas de campanha cumpridas ou em execução.
- Entregou o Centro de Radioterapia, o Residencial Miracema, o Hospital de Porto Grande, pavimentou rodovias, criou concursos públicos e reduziu a violência.
- É um gestor forte, popular e com resultados concretos para mostrar.
- E agora, com DaLua na prefeitura, tem um aliado estratégico na capital.
Clécio é o tipo de governador que ganha eleição no primeiro turno. E isso assusta quem quer disputar o governo com ele.
Por que a união dos dois é tão desesperadora para Furlan e Rayssa?
Aqui está o ponto central que explica todo o ódio das redes sociais:
DaLua e Clécio, juntos, formam uma chapa política natural para 2026 — ou, no mínimo, uma aliança eleitoral imbatível.
Pense comigo:
- Clécio tem a força do governo estadual, os resultados, a popularidade e a máquina administrativa do Estado.
- DaLua tem a caneta da prefeitura da capital, a narrativa de gestor honesto que está “arrumando a casa”, e a simpatia de quem está fazendo o que é certo.
Juntos, eles representam:
- A continuidade de um projeto de gestão séria no Amapá — do estado ao município.
- O fim da impunidade para quem desviou dinheiro público.
- Uma alternativa eleitoral forte demais para qualquer chapa que venha com o peso de escândalos nas costas.
Para Furlan e Rayssa, que tentam se vender como “renovação” enquanto carregam uma gestão marcada por fraudes na saúde, desvio de R$ 329 milhões da previdência e uma cidade suja e abandonada, essa união é um pesadelo.
Porque ela mostra ao eleitorado um caminho diferente: o da transparência, do resultado e do trabalho.
Quanto mais atacam, mais provam que estão com medo
A milícia digital de Furlan pode até inundar as redes sociais com mentiras, memes e ataques. Mas cada ataque diário a DaLua e Clécio é uma confissão disfarçada.
É a admissão silenciosa de que:
- DaLua está certo quando denuncia os desastres da gestão anterior.
- Clécio está forte quando mostra os resultados do governo.
- E a união dos dois é perigosa para quem vive de aparência e não de realização.
Quem faz o que é certo não precisa de milícia. Quem tem resultado não precisa de ódio. E quem governa de verdade não precisa pagar perfil falso para atacar adversário.
A diferença entre um lado e o outro nunca esteve tão clara.